Estive no Spark Pitch Bootcamp do ISEP

spark-pitch-bootcamp

Falta de espaço em disco, sites offline, caixas de e-mail que não funcionam?

"Já sofri na pele todos esses problemas. E o meu objectivo em relação ao serviços de alojamento passou a ser um bom suporte aos problemas que eu, como leigo nessas matérias, vou tendo no dia a dia."

» Após algumas experiências, que colocaram os meus poucos cabelos em pé, optei pela WebTuga pois foi a empresa que sempre me respondeu e ajudou.
"A WebTuga oferece o serviço de alojamento gratuito por 15 dias para testar o serviço.".

Este foi o fim de semana em que estive pela primeira vez no Pitch Bootcamp da Spark. Esta edição teve lugar no Instituto Superior Engenharia do Porto e contou com 150 candidatos e 101 empresas representadas.

O que é o Pitch Bootcamp?
Para quem não conhece este modelo de pItch, a spark junta durante 2 dias alunos numa instituição de ensino. No 1º dia os alunos recebem formação sobre como podem melhorar a sua performance, curriculum vitae e dinâmicas de procura ativa de emprego.

O 2º dia é preenchido por pitch’s individuais em que cada aluno tem acesso a profissionais que os ajudam na melhoria do pitch, sugestões de carreira ou recomendação de empresas e contactos de relevo para o futuro do candidato.
Foi neste 2º dia que estive presente. Tive a sorte de partilhar a mesa com 2 profissionais fantásticos. O Ricardo da Mindera e o Ricardo da NOS. Na nossas mesa tentamos sempre ver tudo pela positiva e perceber, medos, receios e potencialidades de quem está agora a começar o seu caminho profissional.

A minha presença
A minha presença passou por lhes indicar o caminho e as potencialidades que podem aproveitar no marketing digital. Seja com estratégias para comunicarem as empresas e projetos em que vão trabalhar, seja com estratégias de marketing pessoal em que se vão colocar como “produto / serviço” e usar as ferramentas digitais para potenciar as oportunidades de emprego.

As surpresas e as desilusões
Houve alguns alunos que foram boa surpresas e que infelizmente não vemos o país a dar-lhes grandes hipotéses de singrar. Terao de fazer o seu caminho lá fora. Também é caminho.
Outros foram alunos que deverão partir imediatamente para o mercado de trabalho. Seja ele qual for. Claramente faltava-lhes experiência laboral e tinham ideias de futuro muito pouco fundamentadas. Não haveria nenhum problema nisto, se não estivessemos a falar do futuro de alunos que estão prestes a acabar um ciclo formativo.

Resta-me agradecer à Spark pela organização do evento, aos meus companheiros de mesa que foram fantásticos e ao marcos Castro pela referência que levou ao meu convite.
Até à próxima.